Aceito mais dicas para Bariloche, Argentina!


Uma amiga pediu uma postagem para Bariloche. Não acredito que a Bariloche que visitei de passagem em 1993, ainda seja a mesma. Por isso, das poucas lembranças que ficaram, a mais forte foi do aconchego e do calor no interior de um restaurante, constrastando com o frio intenso do lado de fora, branco e coberto de neve. E do cão São Bernardo que saudava os turistas, enquanto comia a neve acumulada nas calçadas. Isto foi em um mês de maio, quando a neve já caia intensa dando um show de beleza. As dicas que tenho são as seguintes:
1 - Se o seu objetivo é ver neve, vá a partir de junho, quando a neve é mais garantida;
2 - Não faça um programa muito longo, de muitos dias, pois com o tempo, o frio e a neve cansam;
3 - Para viagem com crianças, não deixe de visitar Piedras Blancas, pois além de poder esquiar, tem pistas de esquibunda, garantia de diversão na certa;
4 - Vale contratar um passeio para ver os Lagos Andinos com suas diversas tonalidades e uma natureza exuberante;
5 - Gastronomia: vinhos, chocolates recheados com frutas e comidas quentes, claro!
Bariloche fica aos pés e no início da cordilheira dos Andes. É uma pequena cidade com uma arquitetura típica em pedra e madeira. O frio é intenso, por isso prepare-se com roupas bem quentes.
Dica importante: ao hospedar-se em um hotel que ofereça quartos com lareira, tome cuidado com a utilização da mesma. Não feche totalmente o ambiente (portas, janelas) pois o fogo consumirá grande parte do oxigênio existente, podendo asfixiar os hóspedes enquanto dormem.

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Você poderá se interessar por cidades como Punta Del Leste, Ushuaia, Santiago do Chile.

Comentários

  1. Oi Adriana, eis um pouco das minhas recordações de Bariloche..
    Depois de um vôo turbulento, vindo de Buenos Aires ,no qual pensei que nunca chegaria ao meu destino, quando avistei Bariloche e o seu lindo lago Nauel Huapi cercado pelos cerros, a apreensão passou e o que aconteceu foi mágico. Desembarcamos numa cidade com ares de cidade pequena, aconchegante, onde tivemos o privilégio de alugar bicicletas sem pagar nada, apenas dando nossos colares, brincos e pulseiras de conchas em troca( que naquela época , anos 70) ,usávamos pois era moda no Rio, e que para os nativos de Bariloche eram verdadeiros tesouros, e assim, de bicicleta, conhecemos lugares aonde a excursão não iria passar, lugares pitorescos ao redor do lago. e apreciar o por do sol num restaurante envidra,cado do qua tínhamos vista total para o lago, o por do sol acontecia às 21 horas, para mim era o máximo! Fizemos com um artista local, que trabalhava numa galeria, na parte central da cidade, retratos de nossos rostos feitos à lapis, que ficaram perfeitos e o qual tenho até hoje... O pessoal da excursão era bem diverso, adolecentes, crian,cas pequenas com seus pais, terceira idade, pessoas de trinta em busca de emoções, mas nos demos muito bem, não me lembro de ninguém descontente, pois a atmosfera do lugar era tudo de bom. Não sei como é Bariloche agora, mas acredito que continua encantando à todos os que à visitam.

    Ana Maria

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  2. Oi Ana, seus comentários são preciosos! Pode ter mudado muito a Bariloche de hoje, mas a natureza, acredito que continue a mesma!Agradeço seu acesso a este blog! Bjs, Puny

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